Foragido condenado por homicídio é preso em Dourados (MS)
Condenado a 12 anos de prisão por homicídio de José Pereira Cabral, de 59 anos, dono de um pesqueiro em Sorriso (MT), Pedro Júnior Pereira Costa da Silva, de 45 anos, foi preso no início da noite desta sexta-feira (19), em Dourados (MS).
Foragido da Justiça, Pedro Júnior Pereira Costa da Silva, de 45 anos, condenado a 12 anos de prisão por homicídio qualificado, foi preso na noite desta sexta-feira (19) em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Ele havia matado José Pereira Cabral, dono de um pesqueiro em Sorriso, em 2018, por um desentendimento sobre a pesca. A prisão foi realizada pela SIG da 1ª Delegacia de Dourados, com apoio da Depac e da Delegacia de Homicídios de Sorriso.
A captura foi feita por policiais civis do SIG (Setor de Investigações Gerais) da 1ª Delegacia de Polícia de Dourados, com apoio da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e da Delegacia de Homicídios de Sorriso, cidade onde o crime ocorreu em 2018.
Segundo a polícia, Pedro foi forgido pela Justiça e tinha contra ele as instruções definitivas pelo crime de homicídio. Após diligências e troca de informações entre as equipes dos dois estados, ele foi localizado e preso.
A Justiça condenou Pedro por um crime cometido em maio de 2018, em um pesqueiro na região do Rio Verde, em Sorriso (MT). À época, conforme relato do delegado responsável pelo caso, a vítima e o então suspeito tinham um desentendimento porque José não queria que ele continuasse pescando no local. A justificativa, segundo a investigação, era que Pedro não ajudava na ceva nem no trato dos peixes.
José Pereira Cabral foi morto a tiros. Na ocasião, o delegado informou que o autor dos disparos foi preso dois dias depois, confessou o crime e indicou onde havia escondida uma arma usada no homicídio.
O caso foi levado ao Tribunal do Júri, e Pedro acabou condenado por homicídio qualificado. Em novembro de 2025, a Quarta Câmara Criminal do TJMT (Tribunal de Justiça de Mato Grosso) emitiu uma notificação a 12 anos de prisão em regime fechado e determinou o cumprimento da pena.
Depois da prisão em Dourados, o condenado foi encaminhado para os procedimentos legais e colocado à disposição do Poder Judiciário.
