Abasiofon Uwah se pronunciou após a polêmica que se seguiu ao último dia do Super Six da Liga de Futebol Feminino da Nigéria (NWFL), onde ela se envolveu em uma confusão sobre o prêmio de artilheira.
Abasiofon Uwah do Rivers Angels e Atume Doosuur terminaram a temporada com 13 gols cada, mas apenas um retrato do prêmio foi inicialmente apresentado, gerando tensão entre os dois jogadores.
Em comunicado divulgado na noite de segunda-feira, Uwah explicou suas emoções na época e admitiu que poderia ter lidado melhor com a situação.
“A todos que entraram em contato, obrigada pelo carinho e quero ser honesta com vocês”, escreveu ela.
Ela disse que sua reação não foi por raiva do colega atacante, mas pelo que o prêmio significou para ela depois de uma longa temporada.
“Atume e eu demos tudo nesta temporada para terminarmos como artilheiros. Quando apenas um prêmio foi entregue, eu aguentei, não por raiva, mas porque coloquei meu coração nesta temporada e aquele troféu representou cada sacrifício que fiz”, disse ela.
Uwah também admitiu que refletiu sobre suas ações após o incidente.
“Ainda assim, olhando para trás, eu poderia ter lidado melhor com aquele momento e reconheço isso”, acrescentou ela.
Ela foi rápida em esclarecer qualquer mal-entendido entre ela e Doosuur, enfatizando que não havia rixa.
“Não há rixa entre Atume e eu. Nós nos representamos como jogadores e como pessoas”, disse ela.
Uwah confirmou ainda que o problema foi resolvido, já que ambos os jogadores receberiam agora seus prêmios.
“A liga fez a coisa certa ao garantir que cada um de nós recebesse nosso prêmio, e estou realmente grata por isso”, acrescentou ela.
Ela encerrou sua mensagem dedicando sua conquista aos companheiros de equipe, treinadores e torcedores que a apoiaram ao longo da temporada.
Uwah, que capitaneou Anjos Ibom na última temporada e ganhou o prêmio de artilheiro da Copa da Federação antes de ingressar no Rivers Angels, foi um dos jogadores de destaque na temporada da NWFL.
Ela também produz amigurumis de Nossa Senhora, santos católicos e personagens de desenhos, filmes e brinquedos
Amigurumis de Oxum, um dos orixás mais vendidos. (Foto: Arquivo Pessoal)
Com saudade da Bahia, mas já apaixonada por Campo Grande, a artesã Daniela Adlay encontrou nos amigurumis uma forma de manter vivas as próprias raízes. Morando na Capital há cerca de um ano e meio, ela cria bonecos de crochê inspirados em orixás, parte de uma identidade cultural tão comum no lugar de onde veio e que se transformou em um elo afetivo com a terra natal.
Além dos orixás, Daniela também faz amigurumis de santos católicos, personagens infantis, animes, filmes e jogos. Segundo ela, a paixão pelos trabalhos manuais acompanha desde a infância.
Ela contou que aprendeu técnicas artesanais dentro de casa, observando e herdando conhecimentos. O contato com os amigurumis surgiu apenas em 2015, quando descobri vídeos na internet ensinando a técnica japonesa de criar bonecos de crochê.
Oxalá, considerado o pai de todos os orixás. (Foto: Arquivo Pessoal)
Com arte que faz, Daniela se sente mais perto da cultura baiana. (Foto: Arquivo Pessoal)
“Comecei por hobby. Em 2015 fazia só porque gostava. Em 2017 as pessoas chegaram a encomendar e aí viraram uma atividade profissional”, relembra.
No início, os pedidos eram voltados principalmente para o universo infantil e para a cultura pop. Como temposurgiram encomendas de orixás, algo que Daniela já conhecia bem por causa das origens baianas.
Natural do interior da Bahia, ela decidiu direcionar parte do trabalho para as figuras religiosas após a mudança para Mato Grosso do Sul. “Quando cheguei em Campo Grande, resolvi focar mais nos orixás por causa de uma saudadezinha da Bahia. É uma forma de me reconectar com as minhas origens”, explica.
Daniela veio da Bahia e mora há pouco mais de 1 ano em Campo Grande. (Foto: Arquivo Pessoal)
Hoje, ela divide o trabalho em três linhas diferentes. Uma é dedicada ao público infantil, com personagens de desenhos e brinquedos. Outros atendem fãs da cultura geek, com figuras de animes, filmes e games. Já a terceira reúne santos, imagens de Nossa Senhora e os orixás, muito presentes na cultura baiana.
Apesar de não seguir uma religião de matriz africana, Daniela diz que a temática faz parte da história e da identidade da família. “Meu marido é da religião e a gente tem muito carinho pelos orixás, tanto pelas nossas origens quanto pela fé dele”, comenta.
Entre as peças produzidas, há amigurumis de Iemanjá, Xangô, Iansã, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Santa Guadalupe, além de personagens como Lilo & Stitch, Moranguinho, Pantera Cor-de-Rosa e até personagens da série Friends.
Além dos orixás, artesã faz diversos personagens do universo dos desenhos e filmes. (Foto: Arquivo Pessoal)
Cada boneco exige horas de dedicação. Como a técnica é feita ponto por ponto, todo o processo acontece manualmente, desde o corpo até os detalhes das roupas e acessórios.
Os preços variam entre R$ 60 e R$ 150, dependendo do tamanho, dos materiais utilizados e dos detalhes solicitados pelo cliente. Algumas peças podem levar mais de um dia inteiro para serem concluídas.
Atualmente, os amigurumis são a única fonte de renda de Daniela. Além das encomendas, ela também participa da Feira Ziriguidum, onde expõe parte do trabalho.
Frida Kahlo também foi representada pela arte de Daniela. (Foto: Arquivo Pessoal)
Entre os orixás, Oxum é campeã de pedidos em Campo Grande. “Aqui o pessoal procura muito Oxum. Lá na Bahia era mais Iansã”, relata.
Mesmo mantendo viva a ligação com o Nordeste através dos bonecos, Daniela garante que já se adaptou à nova cidade. “Já acostumei, já me apaixonei por Campo Grande. Já aprendi até a tomar tereré”, brinca.
Por enquanto, ela prefere deixar para as artesãs locais a missão de retratar o Pantanal e os símbolos regionais de Mato Grosso do Sul. Mas não descarte explorar o tema futuramente.
Oxumaré, o rixá dos ciclos e transformação, representado pelo arco-íris. (Foto: Arquivo Pessoal)
“Já fiz alguns animais do Cerrado, mas aqui existem artesãs que conhecem muito mais essa cultura do que eu. Prefiro somar e focar no que eu entendo melhor. Quem sabe mais para frente eu não entro nessa também?”, finaliza.
O telefone para contato e encomendas é o (77) 99129-7076.
Nova Iorque [US]16 de junho (ANI): O presidente dos EUA, Donald Trump, recebeu permissão para participar da entrega do troféu da Copa do Mundo, após seu envolvimento em uma função semelhante na Copa do Mundo de Clubes.
talkSPORT informou que a FIFA não tem objeções a Trump entregar o troféu da Copa do Mundo diretamente ao capitão vencedor e permanecer no pódio durante as comemorações.
O presidente dos EUA já foi informado que a FIFA gostaria que ele entregasse o troféu aos vencedores do torneio. Espera-se também que autoridades do México e do Canadá sejam convidadas para participar da cerimônia de encerramento.
Trump chamou a atenção na Copa do Mundo de Clubes quando permaneceu no pódio ao lado do capitão do Chelsea, Reece James, enquanto levantava o troféu.
O atacante do Chelsea, Cole Palmer, parecia visivelmente confuso, enquanto o presidente da FIFA, Gianni Infantino, inicialmente pareceu orientar Trump antes de encorajá-lo a ficar.
De acordo com o protocolo padrão da FIFA, o troféu da Copa do Mundo é normalmente colocado em um pedestal e carregado pela equipe vencedora até o palco para a cerimônia de apresentação.
Fontes indicam que a FIFA deixará ao critério de Trump se ele permanecerá com o time vencedor durante a entrega do troféu ou ficará ao lado dos árbitros durante a cerimônia, conforme talkSPORT.
De acordo com o talkSPORT, Trump recebeu licença para se juntar aos vencedores da Copa do Mundo na conquista do troféu, como fez na Copa do Mundo de Clubes.
Trump não compareceu à vitória inicial da USMNT sobre o Paraguai devido a um conflito de agenda, mas deverá estar presente na final da Copa do Mundo no MetLife Stadium em 19 de julho.
A Arábia Saudita manteve seu impressionante recorde contra seleções sul-americanas na Copa do Mundo depois de empatar em 1 a 1 com o Uruguai, em sua partida jogo de abertura do Grupo H.
Os Green Falcons chocaram o mundo do futebol na Copa do Mundo de 2022 ao derrotar a Argentina, que mais tarde venceu o torneio. Desta vez, a Arábia Saudita esteve perto de outra vitória famosa, antes do Uruguai reagir no final do jogo.
A Arábia Saudita assumiu a liderança quatro minutos antes do intervalo, através de Abdulelah Al Amri. O zagueiro reagiu mais rápido depois que um poderoso cabeceamento de Hassan Al Tambakti em cobrança de escanteio foi desviado pelo goleiro uruguaio Fernando Muslera.
O gol deu à Arábia Saudita uma vantagem merecida e aumentou as esperanças de mais uma reviravolta memorável na Copa do Mundo.
O Uruguai teve dificuldades para criar chances claras no primeiro tempo, e o técnico Marcelo Bielsa respondeu fazendo duas substituições no intervalo, incluindo a substituição do ex-atacante do Liverpool Darwin Nunez.
As mudanças melhoraram o desempenho do Uruguai, pois aumentaram a pressão sobre a defesa saudita. O guarda-redes Mohammed Al Owais fez várias defesas importantes, incluindo uma bela defesa para empurrar um remate rasteiro de Manuel Ugarte para o poste.
O Uruguai finalmente encontrou o empate a 10 minutos do fim. Maxi Araujo estava no lugar certo para marcar depois que Al Owais defendeu a cabeçada de Federico Vinas.
Al Owais continuou brilhando e terminou a partida com nove defesas. Um de seus melhores momentos aconteceu nos acréscimos, quando desviou um chute poderoso de Federico Valverde na trave para garantir um ponto valioso para seu time.
O Uruguai terminou o jogo com 28 chutes, mas não conseguiu o vencedor graças à defesa determinada e ao excelente goleiro da Arábia Saudita.
Após o empate surpresa de Cabo Verde frente à Espanha, o Grupo H continua em aberto. A Arábia Saudita espera agora aproveitar este resultado enquanto busca uma vaga na fase a eliminar pela primeira vez desde a Copa do Mundo de 1994 nos Estados Unidos.
Brigadistas durante combate a incêndio florestal (Foto: Mayandi Inzaulgarat/ICMBio)
O Governo Federal liberou R$ 337,5 milhões para ações de combate a incêndios, ao desmatamento e à fiscalização ambiental. A medida provisória, que abre crédito extraordinário em favor do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (15).
O Governo Federal liberou R$ 337,5 milhões para combate a incêndios, desmatamento e fiscalização ambiental. O valor será dividido entre o Ibama, que receberá R$ 194,4 milhões para operações em campo, e o ICMBio, com R$ 143,1 milhões para capacitação e equipamentos. A medida provisória foi publicada no Diário Oficial e ainda precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias para se tornar lei.
De acordo com a publicação, desse total, R$ 194,4 milhões serão destinados ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e R$ 143,1 milhões serão destinados ao ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).
O recurso encaminhado para o Ibama será utilizado para despesas imediatas relacionadas às operações em cursoincluindo diárias e passagens para mobilização de equipes em áreas extensas e de acesso, contratos de brigadistas temporários, aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), contratação de meios aéreos para apoio às ações de fiscalização, manejo e difícil combate a incêndios, além de suporte logístico.
Já o valor destinado ao ICMBio será investido em capacitação e estruturação de equipes, incluindo contratação de profissionais, aquisição de equipamentos, sistemas de monitoramento e suporte logístico, com foco em ações de fiscalização ambiental e prevenção e combate a incêndios florestais.
A medida já está em vigor, mas ainda precisa ser comprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias. Caso seja aprovado por deputados e senadores, torna-se lei e garante os recursos ao governo pelo restante do ano. Do contrário, perde a validade.
Na semana passada, o governo federal anunciou a desburocratização das regras do FNMA (Fundo Nacional do Meio Ambiente), criado na década de 1980 para financiar projetos de preservação, prevenção de incêndios e enfrentamento das mudanças climáticas.
O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que, com regras mais flexíveis, a expectativa é que o instrumento ganhe relevância em estados como Mato Grosso do Sul, especialmente diante dos impactos climáticos sobre o Pantanal. Para acessar os recursos, estados, municípios e entidades deverão apresentar um plano de aplicação detalhando como o dinheiro será utilizado.
Nova Iorque [US]16 de junho (ANI): O técnico da Noruega, Stale Solbakken, elogiou o atacante Erling Haaland, dizendo que espera que ele tenha um grande impacto na Copa do Mundo da FIFA em andamento e acredita que continuará a marcar se tiver chances.
Ele acrescentou ainda que a presença de Haaland aumenta a confiança e o desenvolvimento dos jogadores ao seu redor. Haaland está ansioso para enfrentar o Iraque na terça-feira, na primeira partida de seu país na Copa do Mundo em 28 anos.
‘Espero que ele tenha um impacto muito grande. Esperamos que possamos continuar a dar chances a ele, e se você der chances a Erling, ele terá tendência a marcar. Os jogadores ao seu redor cresceram por causa disso. Portanto, eles ganharam mais confiança em si mesmos”, disse ele aos repórteres, segundo a Reuters.
A Noruega inicia sua campanha na Copa do Mundo no estádio do New England Patriots, nos subúrbios de Boston, contra uma seleção iraquiana que se classificou para o torneio.
A Noruega teve uma campanha de qualificação dominante, vencendo todas as oito partidas e marcando 37 gols no processo.
O Iraque foi o último time a garantir uma vaga na Copa do Mundo, garantindo sua vaga em março, após derrotar a Bolívia no playoff intercontinental.
Foi um início de torneio forte para as seleções da Confederação Asiática de Futebol e o Iraque tentará continuar esse ímpeto, embora enfrente um desafio difícil nesta partida.
A Noruega, por sua vez, é uma equipa bem equilibrada e com qualidade em todo o campo, mas o seu sucesso tem sido fortemente impulsionado pela influência de Erling Haaland. (ANI)
O Irã mostrou grande determinação ao se recuperar duas vezes para garantir um empate em 2 a 2 contra a Nova Zelândia na partida de abertura do Grupo G da Copa do Mundo FIFA de 2026, no Estádio de Los Angeles.
A emocionante competição foi disputada diante de mais de 70.000 torcedores e foi cercada por tensões políticas e protestos fora do local. Apesar das distrações, as duas equipes fizeram uma partida divertida.
Aqui estão algumas lições importantes do jogo:
1. O Irã tem um forte espírito de luta
O Irão recusou-se a desistir, apesar de ter ficado em desvantagem em duas ocasiões. O gol de empate de Ramin Rezaeian no primeiro tempo e o cabeceamento de Mohammad Mohebbi no segundo tempo mostraram a determinação da equipe.
O resultado provou que o Team Melli pode permanecer competitivo mesmo em circunstâncias difíceis e ainda pode lutar por uma vaga na fase eliminatória.
2. Chris Wood continua sendo o principal homem da Nova Zelândia
O capitão da Nova Zelândia esteve envolvido nos dois gols marcados por Elijah Just. Sua experiência, visão e liderança ficaram claras durante todo o jogo.
Wood pode não ter marcado, mas mostrou porque continua sendo o jogador mais importante do time All Whites.
3. Elijah simplesmente consegue brilhar no grande palco
O atacante de 26 anos foi um dos destaques da partida. Ele marcou duas vezes e incomodou constantemente a defesa iraniana.
Seu desempenho dará confiança à Nova Zelândia enquanto se prepara para o próximo jogo da fase de grupos, contra o Egito.
4. A experiência de Rezaeian é vital para o Irão
Aos 36 anos, Rezaeian desempenhou um papel crucial para o Irão. Ele marcou um gol e deu assistência para o outro.
Com alguns jogadores iranianos sem futebol regular nos últimos meses, sua liderança e experiência podem ser muito importantes durante o torneio.
5. O Grupo G está totalmente aberto
O empate significa que todas as quatro seleções do Grupo G têm um ponto, depois que Egito e Bélgica também empataram em 1-1.
Sem nenhuma equipe capaz de garantir a vitória na primeira rodada, a corrida pela qualificação permanece totalmente aberta.
6. A política poderá continuar a fazer parte da história do Irão
A partida destacou as divisões entre os torcedores iranianos. Os protestos fora do estádio e as reações mistas dentro do campo mostraram como a política continua a acompanhar a seleção nacional.
Porém, assim que o jogo começou, os jogadores focaram no futebol e tiveram uma atuação vigorosa que lhes valeu um ponto valioso.
O que vem a seguir?
O Irã enfrentará Bélgica na próxima partida, enquanto a Nova Zelândia enfrentará o Egito. Ambas as equipes acreditam que ainda têm boas chances de chegar às oitavas de final depois das atuações encorajadoras em Los Angeles.
NOVA IORQUE – NOVA IORQUE – 1º DE SETEMBRO: Serena Williams e Venus Williams, dos Estados Unidos, conversam na quadra depois de perder um ponto durante a primeira rodada de duplas femininas contra Linda Noskova e Lucie Hradecka, da República Tcheca, no torneio de tênis Aberto dos Estados Unidos de 2022, em 1º de setembro de 2022. Em Nova York. (Foto de Eduardo MunozAlvarez/VIEWpress)
Os fãs de tênis estão prestes a testemunhar algo especial mais uma vez.
Wimbledon confirmou que Serena e Venus Williams competirão juntas no sorteio de duplas femininas no The Championships 2026.
O anúncio ocorre poucas semanas depois de Serena retornar ao tênis profissional pela primeira vez em quase quatro anos, vencendo uma partida de duplas no Queen’s Club ao lado de Victoria Mboko.
Esses planos foram interrompidos quando Mboko sofreu uma lesão no joelho que mais tarde a excluiu de Wimbledon.
Agora, Serena retornará ao All England Club ao lado do parceiro que ajudou a definir uma era no tênis.
Juntas, Serena e Venus conquistaram 14 títulos de duplas do Grand Slam e se tornaram uma das equipes de duplas de maior sucesso na história do esporte.
O seu sucesso em Wimbledon é especialmente notável, com as irmãs conquistando seis títulos de duplas nas famosas quadras de grama.
Wimbledon anunciou seu retorno com a mensagem em suas redes sociais:
“Juntos novamente, em Wimbledon.”
As irmãs Williams ajudaram a mudar o esporte para sempre.
Agora, eles estão dividindo a quadra mais uma vez.
E pela primeira vez em anos, Serena e Venus pisarão na grama de Wimbledon como duplas.
Laís e André fizeram das folgas em turismo de aventura e das águas da cidade um novo lar
Águas de Bonito “salvaram” rotina de Laís e André (Foto: Arquivo pessoal)
Se dissessem para Laís Brandão Nunes Peralta, de 32 anos, que ela deixaria Bom Jesus do Itabapoana (RJ), no interior do Rio de Janeiro, e que, anos depois, seu destino seria encontrar raízes no interior de Mato Grosso do Sul, ela provavelmente duvidaria. Foi em bonito que a vida com o namorado, André Luís da Silva Peralta, de 31 anos, tomou outro boato, e foram as águas de lá que “salvaram” a rotina do casal.
Laís Peralta veio de Bom Jesus do Itabapoana, no Rio de Janeiro, aos 18 anos e, após passar por Minas Gerais, Campo Grande e Florianópolis, encontrou em Bonito, no Mato Grosso do Sul, o lugar ideal para viver. Ao lado do namorado André, enfermeiro do hospital local, ela descobriu nos esportes de aventura e na natureza a base do relacionamento. O casal compartilha as experiências nas redes sociais e valoriza a tranquilidade do interior.
André é enfermeiro e atua no hospital local. A conexão do casal com o mato não era novidade. Anos antes, uma trilha em Furnas do Dionísio já havia mostrado a eles que o esporte de aventura era o oxigênio da relação e que as águas daqui eram potentes.
Aquatrecking no Cânions do Salobra e Flutuação na Barra do Sucuri (Foto: Arquivo pessoal)
“Percebemos que esse tipo de atividade conectava muito a gente”. Enquanto muitos casais se enfrentam ou tédio de não encontrar programas que fujam do óbvio, eles se transformam em folgas em laboratório. “Eu vejo que um casal tem dificuldade de fazer algo sem sair para comer e beber. A gente gosta muito de natureza”.
Antes de chegar à pequena cidade turística, a jornada foi longa. Ela passou por Minas Gerais para cursar a primeira faculdade e, já formado em Química, decidiu arriscar a vida em Campo Grande.
“Escolhemos o Estado justamente por não conhecer a cultura. Não pensamos em nos mudar daqui, queremos ficar porque é um lugar muito maravilhoso, tem a tranquilidade que só o interior tem e as pessoas conseguem escapar da rotina e correria do dia a dia. Sinto que é um estado pouco conhecido e as pessoas merecem conhecer”.
Morro do Paxixi e camping no refúgio Canaã (Foto: Arquivo pessoal)
Sem saber que a melhor opção estava próxima e com saudades do mar, eles arrumaram as malas e partiram para Florianópolis (SC). Passaram 2 anos na calmaria do litoral, até que, em 2024, o pai de André faleceu.
“Foi bem difícil a morte dele para todo o mundo. Queríamos ficar mais perto, estávamos longe das duas famílias. A minha no Rio, a dele aqui. Eu não cogitava morar em bonito por ser uma cidade pequena. Quando a gente morava em Campo Grande, a gente também estava longe, eu também não tinha amigos porque a maioria tinha se mudado”, relembra.
Aquela menina que antes se dizia ‘medrosa’ para o camping foi perdendo o medo de desbravar a natureza e os esportes. Recentemente, eles enfrentaram o rapel, já andaram de quadriciclo nas dunas e passaram a explorar o turismo local. Eles coletaram essas experiências nas redes sociais.
Casal ama fazer rapel, trilhas e turismo de aventura em todos os lugares que vão (Foto: Arquivo pessoal)
“Quando a gente se mudou para cá, eu passei a trabalhar em uma agência de turismo e conhecer outros lugares também. Com base nisso, pensamos em compartilhar essas experiências. A gente sempre gostou de cachoeira. Aqui, essa região é linda demais e conseguiu fazer muita coisa, sem contar a gastronomia.”
Laís é formada em Química, mas não atua mais na área. Hoje, trabalha com Marketing de Conteúdo e está concluindo a segunda graduação em Gestão de Mídias Sociais.
São Paulo [Brazil]16 de junho (ANI): O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Evian, França, para participar da Cúpula do G7, onde se espera que ele defenda um maior financiamento para o desenvolvimento, reformas nas instituições de governança global e uma voz mais forte para as nações em desenvolvimento na tomada de decisões internacionais, informou o Brasil 247.
A convite da presidência francesa, Lula participará da cúpula nos dias 16 e 17 de junho, marcando sua décima participação no encontro das principais economias do mundo, apesar do Brasil não ser membro do G7. Ao lado do Brasil, países como Índia, Quênia, Coreia do Sul e Egito também foram convidados.
Segundo o Embaixador Philip Fox-Drummond Gough, Secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Itamaraty, o Brasil contribuiu para todos os sete projetos de texto atualmente em negociação na cúpula. O foco principal do país será nas discussões relacionadas com parcerias internacionais para o desenvolvimento e o crescimento económico equilibrado.
Espera-se que o Brasil expresse preocupação com o declínio dos níveis de Assistência Oficial ao Desenvolvimento (APD), argumentando que nem o investimento privado nem os orçamentos das nações em desenvolvimento podem compensar totalmente as reduções na ajuda internacional. Lula também deverá pedir reformas nas instituições globais, especialmente nas Nações Unidas e na Organização Mundial do Comércio, para melhor refletir as realidades geopolíticas contemporâneas, conforme os relatórios do Brasil 247.
Outros temas em discussão incluem a proteção online de menores, o combate ao tráfico de drogas, a prevenção do cancro, o contrabando de migrantes e minerais críticos. Neste último caso, o Brasil defenderá uma maior adição de valor e processamento nos países ricos em recursos, em vez de limitar o seu papel aos fornecedores de matérias-primas.
Lula também participará de um almoço sobre inteligência artificial, onde deverá discutir tanto as oportunidades quanto os desafios apresentados pelas tecnologias emergentes.
A cimeira ocorre num momento diplomático renovado na sequência do recente acordo entre os EUA e o Irão, que aliviou as tensões no Médio Oriente. O Brasil vê o encontro como uma oportunidade para reforçar seu apoio ao multilateralismo, à diplomacia e ao desenvolvimento global inclusivo. (ANI)