Sucuri de 6 metros é flagrada em digestão no Rio Dourado, MS
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Sucuri de 6 metros é flagrada em digestão no Rio Dourado, MS

Registro foi feito no final de semana e publicado nas redes sociais nesta segunda-feira (22)

Sucuri, de aproximadamente 6 metros de comprimento, em processo de digestão foi flagrada às margens do Rio Dourado, a cerca de 250 quilômetros de Campo Grande, neste fim de semana. O registro foi feito pelo pescador Gustavo Silva, de 24 anos, e publicado nas redes sociais na segunda-feira (22). Em entrevista ao Notícias Campo GrandeGustavo contou que costuma frequentar a região e já avistou diversas serpentes no local, mas desta vez ficou conhecido com o tamanho do animal e com o volume da presa ingerida.

Pescador flagra sucuri de cerca de 6 metros às margens do Rio Dourado, a 250 km de Campo Grande. Gustavo Silva, de 24 anos, filmou a serpente em processo de digestão, suspeitando que houvesse engolido uma capivara. O animal ficou dias no local antes de desaparecer nas águas. O pescador destacou que as sucuris são comuns na região e não representam risco quando não perturbadas.

Segundo ele, amigos relataram a presença de sucuri próximo a um flutuante instalado no rio. Curioso, decidi ir até o local para filmá-la. “Quando o sol bate no corpo molhado dela, dá para enxergar de longe. Muita gente que passou por lá conseguiu ver”, relata.

Pela comparação com o próprio barco, que mede 5,5 metros, Gustavo acredita que a serpente tinha entre cinco e seis metros de comprimento. Ele suspeita que o animal fosse acabado de se alimentar de uma capivara. “A parte do meio estava muito inchada. Era mais larga que uma roda de caminhão. Pelo vídeo não dá para ter noção, mas pessoalmente impressionava bastante”, afirma.

O pescador relata que a presença de sucuris é comum na região e reforça que os animais não costumam representar risco quando não são incomodados. “Tem muita sucuri por aqui. Elas ficam no canto delas e não fazem mal para ninguém. Sempre aparece alguém dizendo que tinha que matar, mas é um animal no habitat natural dele”, comenta.

Gustavo acrescenta que a serpente passa por vários dias no mesmo ponto, provavelmente enquanto fazia a digestão da presa. Depois, naquelas águas do rio.

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