A Bélgica precisava de uma faísca, e Romelu Lukaku a entregou novamente – mesmo sem tocar na bola para o empate – ao resgatar o empate em 1 a 1 contra o Egito na estreia do Grupo G da Copa do Mundo, em Seattle.
O Egito assumiu a liderança aos 21 minutos, através de Emam Ashour, que acertou um excelente chute de 20 jardas no canto inferior, ultrapassando o goleiro belga Thibaut Courtois.
A equipa africana manteve-se forte durante grande parte do jogo, com Mohamed Salah e Ashour quase a aumentar a vantagem. Mas tudo mudou quando Lukaku foi introduzido aos 66 minutos.
Momentos depois de entrar, a presença de Lukaku fez a diferença.
A Bélgica cruzou rasteiro de Thomas Meunier e, sob pressão da movimentação de Lukaku dentro da área, o zagueiro egípcio Mohamed Hany desviou a bola para a própria rede.
Não foi um golo creditado a Lukaku, mas o seu impacto foi claro. Sua movimentação, força e posicionamento forçaram o Egito a cometer um erro em um momento chave, mudando o ímpeto da partida.
Antes disso, a Bélgica já havia começado a crescer no jogo, com Kevin De Bruyne acertando a trave na cobrança de falta. Mas a introdução de Lukaku deu-lhes uma vantagem de ataque mais nítida e forçou o Egito a ir mais fundo.
O Egito, que ainda busca a primeira vitória na Copa do Mundo após oito tentativas, ficou frustrado depois de trabalhar muito no início da partida.
O seleccionador da Bélgica, Rudi Garcia, ficará satisfeito por a sua mudança táctica ter surtido efeito rapidamente, com Lukaku a mostrar mais uma vez porque continua a ser uma figura tão importante para os Red Devils.
No final, foi a presença de Lukaku – e não a sua finalização – que fez a diferença num jogo que de outra forma a Bélgica poderia ter perdido.


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