MS investe R$ 6,17 mi em reforma no HRMS

Cidades

Contrato prevê modernização de cinco equipamentos e obras estruturais com prazo de execução de 18 meses

Por Anderson Viegas | 16/06/2026 09:08

Governo investe R$ 6,1 milhões para reformar poços e trocartes elevadores do HRMS
Contrato para reforma do poço e troca de cinco elevadores do HRMS teve extrato publicado nesta terça-feira (16)

O Governo de Mato Grosso do Sul vai investir R$ 6.176 milhões para realizar a reforma do poço e a substituição de cinco elevadores do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande.

O Governo de Mato Grosso do Sul vai investir R$ 6.176 milhões na reforma do poço e na substituição de cinco elevadores do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande. O contrato firmado pela Agesul com a Poligonal Engenharia prevê dois elevadores sociais e três para pacientes em maca, com prazo de 18 meses para execução. O hospital está em transição para gestão mista com uma iniciativa privada, mas seguirá atendendo pelo SUS.

O processo licitatório começou em setembro do ano passado e, nesta terça-feira (16), foi publicado o extrato do contrato firmado entre a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) e a empresa vencedora do certame, a Poligonal Engenharia e Construções Ltda.

Entre as ações previstas no contrato está a substituição de cinco elevadores da instituição, sendo dois sociais e três destinados ao transporte de pacientes em maca, conforme o detalhamento do edital. O contrato entra em vigor a partir da publicação.

A empresa terá 18 meses para executar as obras e realizar a substituição dos equipamentos, contados a partir da coleta da ordem de serviço.

Gestão errada

O HRMS entrou em 11 de maio deste ano na transição para a gestão mista entre o Estado e a iniciativa privada, com a assinatura do contrato da PPP (Parceria Pública-Privada) com a Inova Saúde EM. A empresa vai coordenar os serviços enquadrados como “bata cinza”, além de fazer a reforma da estrutura atual e construir dois novos blocos onde serão instalados 577 novos leitos.

A “bata cinza” refere-se ao que não está relacionado à assistência médica direta aos pacientes. Já a “bata branca” inclui a gestão de pessoas e dos atendimentos e seguirá nas mãos do poder público. A gestão será dividida até 2030, mas o hospital continuará prestando atendimento exclusivamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde) à população.

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