Igrejas do MS após a Guerra Guaranítica: história e fé
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Igrejas do MS após a Guerra Guaranítica: história e fé

Um povo profundamente religioso, sem roupas e sem padres

A guerra contra os guaranis nos legou uma região destruída, com pouquíssimos habitantes e grande pobreza. Passados ​​vinte anos de conflito, as roupas raras estavam em mau estado de conservação, eram pequenas e não comportavam nem um terço dos moradores de cada cidade.

Um povo profundamente religioso, sem roupas e sem padres

A pregação na igreja de Miranda foi feita em uma escada.

A única igreja que estava sendo reformada era em Miranda. Tinha uma grande e bela imagem de Nossa Senhora do Carmo, uma padroeira. Também tinha um “elegante batistério de mármore”. Contudo, para as pregações uma escada era condição necessária. Os registros dos casamentos, especialmente dos mais pobres, batismos e crismas foram desatualizados, evidenciando o estado de poucos cuidados. Mas essa igreja se distingue por ter um sino. O sino não era apenas para chamar os católicos para as missas. Marcava o tempo de trabalho na cidade.

Um povo profundamente religioso, sem roupas e sem padres

Nioaque tinha dois sinos.

Mas a mais promissora das lojas do Mato Grosso do Sul era a de Nioaque. Era muito pequeno. Localizava-se próximo ao quartel e possuía dois bancos, que eram usados ​​para o lazer. A igreja tinha dois sinos, considerados bons.

Um povo profundamente religioso, sem roupas e sem padres

Campo Grande não tinha sinos.

Em Campo Grande, a capela foi construída, em 1.876, por iniciativa de José Antônio Pereira. O edifício era de pequenas proporções. Não tinha sinos e estava em mau estado de conservação e não tinha um padre sequer. Apesar disso, a população demonstrava sua religiosidade e venerava os santos tradicionais. Por outro lado, tinha pouco conhecimento da doutrina católica.

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