Acidente entre BMW e Hyundai em Campo Grande gera alerta
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Acidente entre BMW e Hyundai em Campo Grande gera alerta

Nova discussão nesta quinta terminou com carro lançado contra calçada de clínica e três veículos envolvidos

Cruzamento acumulado, acidentes e comerciantes cobram mudanças no trânsito
Carros invadem calçada após complicações na Rua 25 de Dezembro com José Oliva. (Foto: Paulo Francisco)

Um novo acidente registrado na tarde desta quinta-feira (25) voltou a chamar a atenção para os problemas nos cruzamentos das ruas 25 de dezembro e José Oliva, em Campo Grande. As partes envolvem um BMW X3 e um Hyundai branco. Com o impacto, o Hyundai foi arremessado até a calçada de uma clínica de fisioterapia, onde atingiu outro veículo, que estava estacionado.

Novo acidente no cruzamento das ruas 25 de Dezembro e José Oliva, em Campo Grande, envolvendo um BMW X3 e um Hyundai, que foi lançado até a calçada de uma clínica. Trabalhadores da região relatam recorrência de colisões no local e apontam excesso de velocidade, falta de sinalização e visibilidade comprometida por veículos estacionados como causas. Os comerciantes reivindicam já ter solicitado disposições às autoridades, sem obter resposta.

Segundo apurado pela reportagem, a BMW seguiu pela Rua 25 de Dezembro, que é a via preferencial, quando o Hyundai entrou no cruzamento e houve uma batida. A Polícia Militar foi acionada, mas os três proprietários dos veículos chegaram a um acordo sobre os reparos, já que todos possuem segurança.

Os motoristas da BMW e da Hyundai não quiseram conceder entrevista. O proprietário da BMW afirmou apenas que acredita que o outro condutor não conseguiu visualizar o carro devido aos veículos estacionados próximos à esquina, que comprometem a visão de quem tenta acessar preferencialmente.

Para quem trabalha na região, o acidente desta quinta está longe de ser um caso isolado. Funcionário de uma empresa instalada no ranking há três anos, Mateus Udib, de 30 anos, afirma que já presenciau entre quatro e cinco acidentes no local. Segundo ele, o excesso de velocidade e a falta de dispositivos para reduzir a velocidade voltada para as colisões.

“A gente já teve alguns acidentes esperados, mas tudo praticamente do mesmo jeito. Vem bastante motorista em alta velocidade, não tem nenhuma lombada, não tem ‘tartaruga’, driver de velocidade ou semáforo para poder reduzir a velocidade. Algumas pessoas não param na faixa de pare, ou param rápido e não têm uma visão boa devido aos carros que estão estacionados aos lados. E aí como está cruzando o carro pega, o carro da Rua 25 que está subindo”, relata.

Mateus diz que o acidente desta quinta chamou a atenção pela força do impacto e que as ocorrências costumam acontecer nos horários de pico, como início da manhã ou no final da tarde, diferente do que ocorreu hoje, que foi por volta das 16h40. “Já tinha visto várias batidas na mesma rua, só que nunca tinha subido meio-fio e parado aqui. Foi a primeira.”

Comerciante na região há três anos, William Justi, de 34 anos, estima já ter visto pelo menos oito acidentes no cruzamento. Para ele, além da velocidade, a mudança no sentido da Rua Vinte e Cinco de Dezembro confunde muitos motoristas.

“Primeiramente muita velocidade dos carros. Geralmente são acidentes feios, batidas fortes por causa da velocidade. E eu percebo uma confusão com relação às mãos porque essa rua tem um trecho de duas mãos ali embaixo e depois vira mão única. Então vejo muitos carros andando na contramão nesse trecho”, destaca.

Segundo William, os traders já procuraram pedir providências para melhorar a segurança nos índices, mas não obtiveram retorno.

“Tinha uma pessoa conhecida que passou um contato, que era um e-mail. A gente invejoso, mas fora isso eu não saberia como fazer para entrar em contato. Já faz uns dois anos e nunca tivemos resposta.”

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