Boca de fumo disfarçada de reciclagem é fechada em CG
Dois homens foram presos em flagrante na tarde desta quinta-feira (18), um deles é apontado como proprietário
Por Clara Farias | 19/06/2026 14h55
Uma boca de fumo que funcionou sob a fachada de um ponto de reciclagem foi desarticulada pela Polícia Civil na tarde de quinta-feira (18), no Jardim Montevidéu, em Campo Grande. O imóvel era monitorado pelo SIG (Setor de Investigações Gerais) da 3ª Delegacia de Polícia há cerca de seis meses e já havia sido alvo de outras três operações contra o tráfico de drogas.
Boca de fumo disfarçada de ponto de reciclagem foi desarticulada pela Polícia Civil no Jardim Montevidéu, em Campo Grande. Alysson Vieira Portugal, 36 anos, foi preso com 21 papelotes de cocaína. No local, foram apreendidos balanças, materiais de embalagem e celulares. Thalison da Silva Egídio, 26, também foi detido por recepção. O imóvel foi monitorado há seis meses e já havia sido alvo de três operações anteriores.
Conforme apurado pela reportagem, Alysson Vieira Portugal, de 36 anos, apontado como responsável pelo local, foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Durante a abordagem nas proximidades do imóvel, os policiais encontraram com ele 21 papéisotes de cocaína embalados individualmente e prontos para a venda.
A partir da compreensão, o pesquisador realizou buscas no estabelecimento e localizou balanças de precisão, materiais usados para embalar entorpecentes, dinheiro trocado e aparelhos celulares que serão submetidos à perícia. Segundo a polícia, a estrutura encontrada indica que o local era utilizado para o preparo, armazenamento e comercialização de drogas.
Durante a operação, também foi detido Thalison da Silva Egídio, de 26 anos. Inicialmente, ele relatou aos policiais que não estava no local para comprar drogas. No entanto, conforme o auto de prisão em flagrante, a autuação dele ocorreu pelo crime de recepção, após a polícia encontrar em sua posse um celular com registro de furto.
A investigação ainda contornou com depoimentos de frequentadores do local. Usuários ouvidos pela polícia afirmaram que o imóvel era utilizado para compra e consumo de entorpecentes e apontaram Alysson como responsável pela venda de drogas.

