Diretor do IFMS é queimado pela esposa em Campo Grande
Veterinária é suspeita de ter provocado incêndio durante discussão; vítima está em coma
Um dos diretores do IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul), de 41 anos, está internado em estado grave após sofrer queimaduras em aproximadamente 80% do corpo. A vítima deu entrada em um hospital particular de Campo Grande nesta segunda-feira (22) e, antes de ser colocada em coma induzido, relatou que a própria esposa, uma médica veterinária de 42 anos, teria ateado fogo nele durante uma discussão.
Um diretor do IFMS, de 41 anos, está internado em estado gravíssimo com queimaduras em 80% do corpo após relatar que uma esposa, veterinária de 42 anos, teria ateado fogo nele durante uma discussão em Campo Grande. Segundo a vítima, a mulher jogou álcool 70% e provocou a ignição. O caso foi registrado como lesão corporal dolosa e encaminhado à Polícia Civil.
A Polícia Militar foi acionada pela administração da unidade de saúde logo após a chegada do paciente. Segundo o registro da ocorrência, o homem apresentou queimaduras extensas e precisou ser encaminhado imediatamente para tratamento intensivo.
Conforme informações repassadas aos policiais pelo médico responsável pelo atendimento, devido à gravidade das lesões, a vítima permanece internada em coma e sob cuidados intensivos.
Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, o casal teria se envolvido em uma discussão momentos antes do episódio. A suspeita é de que a mulher tenha jogado álcool 70% sobre o marido e, em seguida, provocado a ignição do produto, causando queimaduras que atingiram grande parte do corpo da vítima.
O caso mobilizou equipes policiais também no hospital. Isso porque a administração informou que a mulher foi até a unidade de saúde após a internação do marido e tentei vê-lo. Como o acesso não foi autorizado naquele momento, as autoridades comunicaram a situação às autoridades de recebimento de que ela retornasse durante o horário de visitas.
A ocorrência foi registrada inicialmente como lesão corporal dolosa e encaminhada à Polícia Civil, que deverá ouvir testemunhas e esclarecimentos sobre a investigação do caso. Até o momento, as informações registradas têm como base o relato feito pela vítima aos profissionais de saúde e os dados reunidos pela polícia no atendimento da ocorrência.
