MS instala 665 cisternas em 13 cidades contra a seca
Programa federal prevê instalação de estruturas para captação de água em áreas rurais atingidas pela seca
O Governo de Mato Grosso do Sul assinou contrato para instalação de cisternas de 16 mil litros em 13 municípios do Estado por meio do Programa Cisternas, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A medida aparece em publicação no Diário Oficial desta sexta-feira (26) e envolve ações de acesso à água em comunidades rurais vulneráveis à estimativa.
O Governo de Mato Grosso do Sul firmou contrato para instalação de 665 cisternas de 16 mil litros em 13 municípios, por meio do Programa Cisternas do governo federal. Com investimento de R$ 6,97 milhões, a iniciativa atenderá comunidades rurais à estiagem. Os municípios estão divididos em dois lotes, incluindo Bonito, Corumbá, Aquidauana e Porto Murtinho. As famílias beneficiadas devem ser de baixa renda e residir em áreas rurais com abastecimento irregular.
O projeto prevê a melhoria da chamada tecnologia social de captação de água da chuva, com uso de cisternas de ferrocimento de 16 mil litros, modelo padronizado pelo programa federal. A execução terá a carga de entidade contratada para mobilizar famílias, cadastrar beneficiários e acompanhar a instalação dos equipamentos.
No total, estão previstas 665 cisternas em dois lotes de municípios sul-mato-grossenses, com valor global de aproximadamente R$ 6,97 milhões.
No Lote 1, serão atendidos bonitoCorguinho, Corumbá, Ladário e Miranda, com meta de 330 unidades. Já o Lote 2 inclui Aquidauana, Bodoquena, Itaquiraí, Maracaju, Nioaque, Pedro Gomes, Porto Murtinho e Sonora, somando 335 cisternas.
O contrato estabelece ainda regras de execução, como registo das etapas em sistema específico, assinatura de termos de recolha pelos beneficiários e manutenção das estruturas por período determinado após a entrega. As famílias contempladas devem ser de baixa renda e residentes em áreas rurais atingidas por seca ou irregularidade no abastecimento de água.
Embora o programa tenha foco histórico no semiárido, a expansão para regiões como o Pantanal As áreas de transição em Mato Grosso do Sul reforçam uma tentativa de reduzir a dependência de abastecimento irregular no campo.
Ainda assim, a execução depende de cronogramas, metas e fiscalização do processo, que costuma ser um dos pontos mais sensíveis em políticas desse tipo.
