PF deflagra 2ª fase da Operação Aliança contra o contrabando
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PF deflagra 2ª fase da Operação Aliança contra o contrabando

Entre os alvos da Operação Aliança estão policiais militares com atuação no noroeste do Paraná

Polícia Federal prende 14 acusados ​​de contrabando em MS e mais 2 estados
Agentes da PF e da PM do Paraná que participaram das ações, nesta terça-feira (Foto: Divulgação)

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (23) a segunda fase da Operação Aliança, contra organização criminosa atuante no contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro na região de fronteira do Paraná e de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (23) a segunda fase da Operação Aliança, contra contrabando, descaminho e lavagem de dinheiro na fronteira do Paraná e Mato Grosso do Sul com o Paraguai. Foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão preventiva no Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Policiais militares do noroeste paranaense estão entre os alvos da operação, que também registraram dois flagrantes de contrabando e posse ilegal de armas.

Conduzida pela Delegacia da Polícia Federal em Guaíra (PR), a operação implementada pela Receita Federal cumpriu 20 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de prisão preventiva em cidades do Paraná, São Paulo e de Mato Grosso do Sul, mas os locais exatos das ações não foram informados.

Policiais militares lotados na região noroeste do Paraná estão entre os alvos. Equipes da Corregedoria da Polícia Militar paranaense ajudaram a cumprir os mandatos. Medidas de sequestro e bloqueio de bens dos investigados, expedidas pela Justiça Federal em Guaíra, também foram cumpridas hoje.

Durante o cumprimento dos mandatos, ocorreram dois flagrantes de contrabando e descaminho e posse ilegal de arma de fogo, em Umuarama (PR) e São Paulo (SP).

A ação é um desdobramento de investigações iniciadas após uma primeira fase da operação, deflagrada em março deste ano, quando cinco policiais militares foram presos por envolvimento no esquema de contrabando.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam que o grupo atuou na introdução irregular de mercadorias pela fronteira brasileira, contando, em tese, com a facilitação de agentes públicos e com uma rede estruturada de transportadores e motoristas responsáveis ​​pelo transporte das cargas ilícitas até seus destinos.

Além da coleta de provas, as medidas judiciais buscam a recuperação de ativos passivos às atividades criminosas, para apreensão de valores obtidos ilicitamente e peças de eventuais danos causados ​​pelos crimes.

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