Poodle epiléptico desaparece em Campo Grande e família busca ajuda
Animal fugiu com outra cadela, que já foi encontrado; tutor pede ajuda para localizar cão de 5 anos
O poodle Max, de aproximadamente 5 anos, desapareceu na noite da última quinta-feira (25), na região do Jardim Tijuca, em Campo Grande. O cão fugiu junto com uma cadela da família, que foi encontrado pouco depois, mas ele continua desaparecido. Sem coleira, sem microchip e castrado, o animal precisa de medicação controlada para tratar epilepsia. A família pede ajuda para localizá-lo.
O poodle Max, de aproximadamente 5 anos, desapareceu na noite de quinta-feira (25) no bairro Tijuca, em Campo Grande. O animal, que necessita de medicação controlada para epilepsia, está sem coleira e sem microchip. Quem tiver informações pode entrar em contato com o tutor William pelo telefone (67) 98142-5355.
Essa sugestão foi feita pelo canal Direto das Ruas.
De porte pequeno, Max tem pelagem branca, sem manchas, e pode ficar bastante sujo por causa dos dias de chuva e frio. Segundo o tutor, William, o cachorro desapareceu na região da Tijuca e pode ter percorrido bairros próximos.
“A gente precisa dele porque ele toma remédio para epilepsia. Se alguém ver o Max, por favor, avisa a gente. Ele deve estar bem encardido por causa da chuva, mas é um poodle macho, todo branco”, afirma.
Além da preocupação com a saúde do animal, William conta que o desaparecimento abalou toda a família. Segundo ele, a outra cadela da casa sente falta do companheiro desde o dia da fuga.
“A cachorrinha aqui de casa é muito triste. Meu irmãozinho também não para de procurar pelo Max. Se alguém viu ele em qualquer momento, por favor, entre em contato. A gente só quer trazer ele de volta para casa”, pede.
Quem tiver informações sobre o paradeiro de Max pode entrar em contato pelo telefone (67) 98142-5355.
Identificação é tudo – Para aumentar as chances de reencontrar um animal desaparecido, especialistas recomendam manter o animal identificado com coleira e plaquinha contendo telefone atualizado, além de investir na implantação de microchip, que permite a identificação em clínicas veterinárias e abrigos.
Também é importante manter fotos recentes do animal para facilitar a divulgação em redes sociais e grupos de pesquisa.


